[...] E então eu me apaixonei por ela. Não sei se tinha mais a ver com o sorriso dela, com as mãos pequenas ou com o sorriso que ela me provocava e o suor que fazia transcorrer pelas minhas mãos. Simplesmente eu sabia que era ela. E na verdade, não tinha muita noção do por quê. Se era por ela, por mim ou pelos efeitos que me causava.
Egoísta se apaixonar assim. Mais por como eu estava com ela do que por ela. Mas era isso e só isso bastava. O modo como ela gesticulava rápido enquanto falava e como ia ficando perdida, sem saber se expressar e perdia-se entre seus pensamentos. Achava isso lindo, embora parecesse tolice. E era.

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