*Na vida tudo passa, o que te fazia rir, hoje já não tem mais graça. TUDO MUDA, tudo troca de lugar. O filme é o mesmo só o elenco que tem que mudar. E se não for pra ser feliz, é melhor largar. Então se ligue e busque felicidade pra existir história tem que existir verdade. A fera tá ferida mas não tá morta, Deus fecha a janela mas deixa aberta a porta. eleve as mãos pros céus que a tua alma tá blindada, pois ninguém vive conto de fadas! e o meu show tem que continuar*
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Deixe marcas...
Corra, percorra, trace o seu caminho. Faça saberem que você passou por ali. Deixe pegadas. Deixe seus rastros, faça questão de deixar seu perfume em cada um que te abraçar. Faça-se notório, faça-se lembrado. Acredite, sempre vai ter alguém que vai parar e pensar nas coisas bobas que você disse, no seu sorriso sem jeito, e vai sorrir com isso. Cause boas primeiras impressões. E se não causar, force a segunda. Não para agradar, mas para mostrar o que tem de melhor, marcar pelo lado bom. Conheça-se por inteiro para permitir que os outros conheçam a parte que tem convém. Apaixone. Não apaixone-se antes de apaixonar aos outros. Cative, faça a diferença. E se quiser ser detestável, faça isso com doçura. Faça quererem saber por que, irritantemente está sempre com o sorriso estampado no rosto, e por que as críticas não te fizeram chorar. Seja detestável a quem merecer, mas não faça disso seu objetivo, se não você pode acabar se detestando também. E lembre-se sempre que é mais fácil cultivar flores no sorriso de alguém do que espalhar ervas daninhas em corações.
Encontre...
Encontre. Alguém que faça seu coração bater mais forte. Não procure, porém encontre. Alguém que mesmo por vezes te fazendo sentir medo, seja seu porto seguro. Proteja-se das armadilhas. Esteja atento aos sinais, mas não transforme pequenas coisas em “pseudo-pistas”. Encontre. Aquele que fará a palavra amor parecer tão simples que o fará pronunciá-la mais. Desencontre para poder encontrar de novo até que não ajam mais desencontros. Dê mais indiretas. Aceite as diretas. Encontre alguém que pode ficar horas te ouvindo falar sem cair no tédio e alguém que não durma enquanto não te fizer sorrir. Guarde o que for dito. Não esqueça os detalhes. São eles que te farão descobrir se já encontrou. Tenha certeza. Se não tiver, procure ter. Se ainda sim não tiver, descarte. Encontre o que há de mais bonito naquele rosto, procure os detalhes. Esteja atento, minucioso. Não se perca enquanto encontra, não procure, não corra atrás, apenas, encontre.
Adeus...
Vai haver um dia onde todas as pessoas vão dizer adeus, não necessariamente para você, mas sim, umas para as outras, sempre diremos adeus. Sempre nos despedimos, seja pelo motivo que for. Às vezes nos despedimos mesmo continuando a conviver. Despedimos-nos do amor, da companhia. Despedimos-nos mais dos sentimentos do que das pessoas. Despedimos-nos como se, na verdade o amor fosse algo descartável. Partimos, mesmo que para poucos metros de distância, não olhamos para trás e deixamos tudo, do jeito que fosse, e do jeito que será. Adeus já não é algo tão profundo como realmente ir embora, de um lugar para outro, ou de uma vida para algo maior. O adeus é a forma mais fácil de dizer como as coisas acabam, onde acabam e nem sempre, porque acabam. Cabe a um só essa decisão. Quando decides partir, só quem espera sente a dor. E nada pode fazer, a não ser rezar, pedir, ou humilhar-se para que volte. Enquanto talvez, ainda que tenha dito tal fúnebre e decisiva palavra, nem mesmo a pessoa queira ir, e abandonar tudo de uma só vez. São as circunstâncias que nos fazem dizer adeus, e as circunstâncias às vezes, nos faz voltar. Afinal, todo final pode ser um espaço para um grande recomeço.
Mais um dia!
Acordo todos os dias esperando renovar cada vez mais a minha fé. Esperando ter meu encontro comigo mesma, encontrar a minha força de dentro. Acordo imaginando que serei forte, que mudarei meu comportamento diante dos outros e perante a mim mesma. Rezo, faço uma prece. Sinto-me aliviada, otimista.
Deparo-me com as situações difíceis. Eu tremo, fraquejo. Acho que sou indigna da minha própria verdade, deixo a fé se esvair enquanto a falsa armadura cai. Sinto-me pequenamente derrotada até que realmente encontro o que estava dentro de mim.
A mesma força que me deixou para baixo me impulsiona agora para cima, para frente. Não me faz andar apenas em linha reta, me permite fazer curvas, percorrer e confiar em mim mesma. Encho meu coração de fé e renovo minhas preces. Um novo dia clareia minhas idéias. Eu sinto que eu posso. E nesse pequeno intervalo entre sentir e poder, faço acontecer de verdade. Ainda que só dentro de mim, está tudo mudando.
Eu sei que ninguém entende o porquê estou sorrindo, eu sei que não se sabe o porquê eu parei de chorar. A minha fé curou as minhas dores. Não há dor sem cura e nem portas sem fechaduras. Do mesmo jeito que não existem problemas sem soluções. E elas estão dentro de mim, a minha capacidade de sentir isso está mais aguçada. Talvez por que eu realmente tenha tido um encontro comigo mesma ou talvez por uma questão de sabedoria. Mas agora, o que vier, eu encaro, eu sorrio depois de limpar as lágrimas e o suor. Sei que sempre terei um refugio seguro, poderei segurar nas mãos de quem me ampara sempre que eu recuo ou ameaço cair. A mão de quem renova dia após dia a minha fé.
Só espero que eu me lembre disso todos os dias, e não esteja longe das minhas crenças ainda quando a dor aumentar.
Deparo-me com as situações difíceis. Eu tremo, fraquejo. Acho que sou indigna da minha própria verdade, deixo a fé se esvair enquanto a falsa armadura cai. Sinto-me pequenamente derrotada até que realmente encontro o que estava dentro de mim.
A mesma força que me deixou para baixo me impulsiona agora para cima, para frente. Não me faz andar apenas em linha reta, me permite fazer curvas, percorrer e confiar em mim mesma. Encho meu coração de fé e renovo minhas preces. Um novo dia clareia minhas idéias. Eu sinto que eu posso. E nesse pequeno intervalo entre sentir e poder, faço acontecer de verdade. Ainda que só dentro de mim, está tudo mudando.
Eu sei que ninguém entende o porquê estou sorrindo, eu sei que não se sabe o porquê eu parei de chorar. A minha fé curou as minhas dores. Não há dor sem cura e nem portas sem fechaduras. Do mesmo jeito que não existem problemas sem soluções. E elas estão dentro de mim, a minha capacidade de sentir isso está mais aguçada. Talvez por que eu realmente tenha tido um encontro comigo mesma ou talvez por uma questão de sabedoria. Mas agora, o que vier, eu encaro, eu sorrio depois de limpar as lágrimas e o suor. Sei que sempre terei um refugio seguro, poderei segurar nas mãos de quem me ampara sempre que eu recuo ou ameaço cair. A mão de quem renova dia após dia a minha fé.
Só espero que eu me lembre disso todos os dias, e não esteja longe das minhas crenças ainda quando a dor aumentar.
Tao perfeito!
[...] E então eu me apaixonei por ela. Não sei se tinha mais a ver com o sorriso dela, com as mãos pequenas ou com o sorriso que ela me provocava e o suor que fazia transcorrer pelas minhas mãos. Simplesmente eu sabia que era ela. E na verdade, não tinha muita noção do por quê. Se era por ela, por mim ou pelos efeitos que me causava.
Egoísta se apaixonar assim. Mais por como eu estava com ela do que por ela. Mas era isso e só isso bastava. O modo como ela gesticulava rápido enquanto falava e como ia ficando perdida, sem saber se expressar e perdia-se entre seus pensamentos. Achava isso lindo, embora parecesse tolice. E era.
Egoísta se apaixonar assim. Mais por como eu estava com ela do que por ela. Mas era isso e só isso bastava. O modo como ela gesticulava rápido enquanto falava e como ia ficando perdida, sem saber se expressar e perdia-se entre seus pensamentos. Achava isso lindo, embora parecesse tolice. E era.
Acho que tinha medo!
Sem ter nenhum conhecimento dos meus sentimentos, ela continuava me dando sua mão, me abraçando no frio e no medo e me pedindo proteção. Eu nunca recusaria. Não com aqueles olhos, com aquela voz trêmula que tinha. Nunca fui capaz de me declarar, de estragar o romance que criei em mente. Tínhamos dias lindos juntos. Fantasiosos, claro, mas tive medo de que os reais não fossem tão bons, ou nunca fossem acontecer. E preferi não fazer acontecer mesmo para que ficasse intacto na minha memória do que nunca houve.
Sentimento,,,
Confundo os sentimentos o tempo todo. Não sei a diferença de simpatia para interesse, não sei a diferença entre amor e obsessão. Misturas, partes, afins. Não sei o significado de adeus. Não gosto de coisas definitivas. Mesmo que às vezes elas sejam necessárias.
Medo!!!
Passou, ja era!
Não existe anestésico para finais de romance, não existe botão de ‘replay’ para que possamos reprisar nossos momentos marcantes. Não inventaram outro nome para ciúmes, e ainda não descobriram o motivo que faz os homens não ligarem no dia posterior. Ninguém ensina como superar um ‘não’ recebido, muito pelo contrário. As titias e mamães sempre nos dizem ‘pronto, pronto passou’ e nos faz achar que passou. Mas não, não passou. Só aconteceu.
Adeus...
Tempo
Incrível como o tempo tem poder sobre as nossas vidas. É preciso então, que desvendemos este mistério entre horas, minutos e segundos. Saber qual é a nossa hora é muita pretensão, mas descobrir um novo recomeço, um novo início a cada ruptura, a cada milésimo contado, é uma dádiva. Nunca se sabe quando o tempo vai conspirar a seu favor. É preciso ter o instinto forte, a bagagem longa e a cabeça erguida. Nunca se sabe quando virá a rasteira. É preciso determinação para não cair, e se cair, levantar-se, mesmo que agora ferida. O tempo nunca parou. Nem para congelar bons momentos e muito menos para que guarde as migalhas em que foram partidas seu coração. Os tique-taques não me deixam mentir, eles estão sempre marcando que a cada novo segundo, é uma nova vida nascendo, uma velha história partindo, um sorriso se abrindo, uma lágrima escorrendo.
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