*Na vida tudo passa, o que te fazia rir, hoje já não tem mais graça. TUDO MUDA, tudo troca de lugar. O filme é o mesmo só o elenco que tem que mudar. E se não for pra ser feliz, é melhor largar. Então se ligue e busque felicidade pra existir história tem que existir verdade. A fera tá ferida mas não tá morta, Deus fecha a janela mas deixa aberta a porta. eleve as mãos pros céus que a tua alma tá blindada, pois ninguém vive conto de fadas! e o meu show tem que continuar*
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Amara vida...
"Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.”
Saudades
Depois de meses,nos apertamos um contra o outro,naquele abraço que eu ja não sabia como era.Mas no fundo eu não havia esquecido.
Tive vontade de fugir,de escapar.Não saberia como meu corpo reagiria ao tocar naquela pele tão conhecida de nós dois.
Como quem pede por um toque,a gente se abraçou.Se apertou.Quis chorar,mas era de alegria,era de saudade,vontade de chorar por a vida ter permitido que eu voltasse a estar entre aqueles braços.Fez-se um silêncio profundo.
Não precisavamos dizer nada.Não precisavamos falar de como tinham sido aqueles dias distantes um do outro.A gente sabia.Os nossos corpos falavam,era um aperto de quase provocar dor.Mas era saudade.
Lembramos das vezes que eu prometi que nunca mais queria olhar pra ele,e hoje estavamos ali,naquele abraço.Rimos.Mas foi de alivio.Pela promessa não ter sido cumprida,pelo destino não ter separado nossos caminhos,por ter nos permitido esse reencontro.O nosso peito bateu um contra outro.
Quis eternizar aquele momento.Quis guardar,repetir.
Foi ai que eu tive certeza,que passassem os anos que passassem,eu nunca esqueceria daquele menino meio errado,que entre altos e baixos, foi o Homem da minha vida.
Tive vontade de fugir,de escapar.Não saberia como meu corpo reagiria ao tocar naquela pele tão conhecida de nós dois.
Como quem pede por um toque,a gente se abraçou.Se apertou.Quis chorar,mas era de alegria,era de saudade,vontade de chorar por a vida ter permitido que eu voltasse a estar entre aqueles braços.Fez-se um silêncio profundo.
Não precisavamos dizer nada.Não precisavamos falar de como tinham sido aqueles dias distantes um do outro.A gente sabia.Os nossos corpos falavam,era um aperto de quase provocar dor.Mas era saudade.
Lembramos das vezes que eu prometi que nunca mais queria olhar pra ele,e hoje estavamos ali,naquele abraço.Rimos.Mas foi de alivio.Pela promessa não ter sido cumprida,pelo destino não ter separado nossos caminhos,por ter nos permitido esse reencontro.O nosso peito bateu um contra outro.
Quis eternizar aquele momento.Quis guardar,repetir.
Foi ai que eu tive certeza,que passassem os anos que passassem,eu nunca esqueceria daquele menino meio errado,que entre altos e baixos, foi o Homem da minha vida.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Revolte-se
Revolte-se pequenamente contra o que te parece comum. Não é nada justo passar sua vida em comodidade. Ainda precisamos daquele famoso “friozinho na barriga”. Cultuar inseguranças é como proliferar o tédio. Precisamos disso, nos aventurar mesmo que secretamente em nossos corações. Devemos decretar o fim da monotonia da alma. Acreditar em algo ou alguém nunca foi uma coisa ruim. Apegue-se às suas crenças e vamos à diante. Nunca iremos nos sucumbir
Fique atento...
Seu pensamento irá te levar a algum lugar paralelo. Foque-o em seus desejos, force seu íntimo a revelar-te tua profundeza. Trace uma linha reta e encha-a de curvas. Acredite ser real, encontre a parte verdadeira desta ilusão. Veja formas nas nuvens, desenhos nas estrelas. Converse com as plantas e desabafe com os animais. Conote sua vida, encha-a de doces ilusões reais. Diga bom dia à alma e boa noite para o medo. Deixe-o dormindo e pule a cerca para encontrar a felicidade.
Sorria
Sorria tentando arrancar a dor e apagar lembranças ruins. Sorria enquanto tentava enganar a alma de que estava totalmente embargada em lágrimas. Mas tudo que fazia, era singelamente vão. Elas ousavam ainda sim, tomar-me e molhar-me, como se eu já não tivesse mais controle. Era verdade, só ia secar, quando passasse toda aquela dor, e não, quando meu orgulho quisesse mandar.
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